11 de Novembro de 2010

De João Paulo Oliveira e Costa li um livro muito interessante e que me fez viajar no tempo da nossa História.

O Romance fala de D. Álvaro de Ataíde, cavaleiro da Casa Real de Viseu, defensor do Reino de Portugal, grande lutador, amigo, amante... homem lenda do seu tempo, figura nacional que todos os cavaleiros queriam igualar e até mesmo derrotar.

 

O livro é ficcional, mas o autor preocupou-se em investigar bem as nossas raízes, todo o aparato que rodeavam as descobertas marítimas, as intrigas palacianas, os atentados aos reis de Portugal e toda aquela emoção que havia aquando dos duelos a cavalo.

 

Nunca tinha lido nada deste autor, mas fiquei deveras impressionada com a sua escrita de fácil acesso, mas muito bem elaborada, sem aqueles "rococós" típicos deste género de escrita, mas também sem ser pobre de descrições.

Predominam as analepses e as prolepses, viagens incessantes pelo fio do tempo, o que eu achei muito engraçado porque exercitava a nossa mente sem nos cansarmos muito.

 

Se aconselho o livro?! E porque não?! É muito bonito, e talvez nos faça pensar duas vezes antes de dizermos à "boca cheia" que este país é, sempre foi e sempre será uma merda.

É muito fácil criticar, mas apresentar a solução é mais difícil.

Bem, fiquemos por aqui. Leiam...

 

publicado por luzesletrasimagem às 12:18

Fiquei mesmo curiosa. Vou incluí-lo nas minhas próximas leituras. Já tenho saudades de ler um bom romance histórico. Obrigada pela dica.

Ah, é verdade, obrigada pelos poemas que me enviaste, ainda não tive oportunidade de ler, mas assim que consiga vou fazê-lo.
11 de Novembro de 2010 às 22:53

Daniel:
Ponto prévio: tenho 22 anos e a leitura é um dos grandes prazeres da minha vida. Leio cerca de 50 livros por ano, alternando entre ficção e não-ficção.

Em relação a este, comprei-o devido a uma necessidade recente por romances históricos, e este livro saltou-me à vista: Descobrimentos, Portugal, história, etc., tudo ingredientes que adoro.

Sobre o livro em si, devorei-o em 4 dias, mas tal não significa que tenha adorado, por assim dizer. Gosto da escrita, admito, assim como das personagens, mas não apreciei muito o facto de não ter uma história simples, um enredo regular, digamos assim. E devo denotar alguma possível confusão quando o autor faz a transição do presente (1500) para as situações ocorridas no passado.

Farei questão de comprar o primeiro livro deste autor, o Império dos Pardais.

Mesmo assim, recomendo.
30 de Março de 2011 às 06:37

Olá Daniel, seja muito bem vindo ao meu blog. É sempre muito bom "receber" visitas novas :)

Gostei imenso que comentasse o meu post ", achei muito importante o seu ponto de vista sobre o livro, porque quando lemos algo de que gostamos, acabamos por não ver determinados pormenores que nos escapam. Talvez ainda volte a ler o livro só para encontrar esses pormenores.Tal como mencionei, ainda não li mais nada do autor, mesmo porque o meu tempo é escasso , mas ainda quero chegar lá.

Mais uma vez, agradeço o seu comentário e apareça sempre. É muito em vindo.
30 de Março de 2011 às 10:54

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