04 de Março de 2011

Dadas as circunstâncias de nada ser,

vencida pela excentricidade da vida

nada, mas nada me julga vencer

sem que que a solidão passe desmedida.

 

Refúgio sem lar, lar sem doçura,

mágoa inquieta

sabedoria insegura.

Martirizo-me sem perceber

o que poderia alguma vez acontecer

se partisses para não mais voltar.

 

Talvez nada, talvez de um tudo

talvez nascesse um jardim

florido e selvagem no meu coração.

Ou, talvez apenas um rio de lágrimas,

um perdoar sem esquecer.

Apenas um sim e daí... talvez não.

publicado por luzesletrasimagem às 12:04

De volta à poesia :)
muito bem :)
jokas
4 de Março de 2011 às 15:53

sem dúvida... lindo. bjs
5 de Março de 2011 às 15:22

Eu é que já tinha saudades de ler um poema teu. :)
7 de Março de 2011 às 20:39

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