26 de Julho de 2011

Este foi o último livro que li. Do mesmo autor li "Morreste-me".

Ambos adorei.

Uma escrita diferente, claro que tive de ler com atenção porque o narrador alterava, fazendo com que a nossa cabeça se exercitasse um pouco. São destes livros que gosto.

Há pessoas que dizem que os livros de José Luís Peixoto são só sobre a morte. Eu, pessoalmente, não considero isso dessa maneira. Acho que pelo contrário, são sobre a vida. A vida e a Morte são um ciclo. Costumo dizer que para se nascer, alguém tem de morrer. No "Cemitério de Pianos" está bem marcado esse ciclo. A morte do avô, o nascimento das netas, a morte do pai o nascimento do filho... Tudo tem uma explicação lógica de ser, até mesmo a morte.

Também gostei imenso da descrição de Portugal, porque acho que me identifico e reconheço aquele ambiente, não o de violência domestica, mas aquela ruralidade típica de Portugal, que ainda existem am algumas casas.

 

Recomendo este livro para quem ainda não o leu.

 

De seguida, já comecei outro:

 

 

Até agora estou a gostar. Uma visão da Índia que não temos nas restantes obras. Uma Índia colorida mas cheia de misérias.

Não posso falar muito mais porque ainda não passei do primeiro capítulo.

 

"A ver vamos, como diz o cego..."

 

publicado por luzesletrasimagem às 12:40

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