17 de Agosto de 2010

 

E esta??? Já ouvi esta música tanta vez mas não consigo cansar os meus ouvidos... Ainda não tive foi a oportunidade de ver o filme, mas deve ser bem engraçado, basta ver os actores principais.

 

Espero que gostem.

 

publicado por luzesletrasimagem às 09:27

16 de Agosto de 2010
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ontem estive a ver este filme. Fiquei de boca aberta, apesar de já ter visto tantos filmes do género. Mas acho que o facto de se tratar da personagem ser uma "mulher filósofa" e da história envolver o assunto da crença religiosa, aliás a imposição numa crença religiosa, fiquei sempre presa ao filme do início ao fim.

 

Apesar das frequentes questões sobre porque é que o homem sempre se envolveu em guerras para tentar impor as suas ideias, surge ainda uma questão mais importante, a meu ver. Porque é que o Homem usa a palavra "Deus" para impor seja o que for em que acredita.

A fé é algo pessoal, Hipatia acreditava na Filosofia e não numa religião pela qual todos lutam com armas. Ela lutou intelectualmente para conseguir as respostas que tanto procurava e foi condenada por isso.

 

A frase " o Homem teme e condena o que não conhece, em vez de tentar encontrar uma resposta" é mais que correcta e, o pior é que passados tantos e tantos anos, ainda é assim. Já chegámos à Lua, temos sondas em Marte, já chegámos onde nunca se pensou que algum dia os nossos pés pisariam e, mesmo assim, temos uma mentalidade tão retrógrada no que respeita a coisas tão básicas como o respeito pelo próximo.

 

Bem, dito isto, resta apenas dizer que aconselho vivamente a ver este filme, mas com a ideia de que não é um "filme pipoca" e sim um filme que vale apena ver com atenção e rever e, talvez, para aqueles mais curiosos, pesquisar sobre a personagem principal: Hipatia.

 

 

publicado por luzesletrasimagem às 16:24

13 de Agosto de 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui está uma música qua não ouvia há imenso tempo e que ando sempre a cantar quando ando nas "lides da casa".

 

Não sei se os tempos eram bons, se a economia prosperava, mas os gostos eram diferentes. As músicas tinham algum significado para nós. Hoje quando ouço Carlos do Carmo, Max, Milú, Trio Odmira, e já para não falar de quando vejo os filmes clássicos sinto um vazio.

No entanto, a verdade é que navego nos "...intas", ou seja, não passei pelos tempos em que estas músicas fizeram furor.

Na minha casa mantenho algumas destas músicas, sempre que consigo vejo os filmes e, por mais estranho que pareça a muitos, passo a ferro a ouvir Raul Solnado (que postarei mais tarde um excerto dos monólogos).

Ter saudade de algo pelo qual não se viveu é estranho, mas uma vez que lidei com imensas pessoas que são muito mais velhas do que eu faz com que mantenha vivo um gosto que cada vez se vai perdendo mais: gostar de ser português.

 

Eu mantenho a tradição de se ouvir Fado, de comer sardinha assada com pão(não muita porque me faz mal), cantar a Mula da Cooperativa enquanto arrumo a cozinha, bordar ponto cruz, ler Eça de Queiroz e, principalmente, falar e escrever bom Português, ou não teria tirado curso superior de Línguas e Literaturas Modernas Variantes de Estudos Portugueses (hoje extinto), na minha adorada UAlg.

 

 

publicado por luzesletrasimagem às 10:23

12 de Agosto de 2010

Se te amasse tanto...

Foto da minha autoria, tirada na Avenida de Quarteira no Natal de 2008 

 

dançava como uma bailarina de ballett

todos os dias,

sorria para o céu como se existisse um deus maior

do que o amor que sinto,

admirava as paisagens, como o mar

da mesma forma que admiro o teu sorriso,

amava as pedras da calçada por onde passas

de mão dada comigo.

 

Mas ao amar-te assim

é como se dançasse,

é como se não existisse tristeza,

é como se fosses a paisagem

do caminho que percorro

todos os dias,

a teu lado, amando

cada passo que dou a teu lado...

publicado por luzesletrasimagem às 16:19

Alguma coisa me diz que encontrei aquele tesouro,

o diamante perfeito que brilha no escuro,

Que vejo dentro da minha alma a brilhar

mesmo quando estou cega pela tristeza.

Reflecte os meus sorrisos com agrado,

Recebe as lágrimas e deixa-as correr

livremente.

 

publicado por luzesletrasimagem às 10:59

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