27 de Julho de 2011

Uma vez que o Verão está aí em plena força, é preciso ter em conta o excesso de Sol. No entanto, também é necessário não pensar que o Sol é um inimigo e que temos de fugir dele como foge o diabo da cruz.

Tudo tem moderação e o calor do Sol não é excepção.

 

Encontrei este artigo na net que achei muito bom. Pequeno mas ilucidativo. Nem eu sabia que o Sol fazia tããããão bem ao nosso corpo. Aproveitar o Sol, mas sem excessos.

O link do artigo é este: http://www.topgyn.com.br/conso35/conso35a13.php

 

Benefícios da luz solar - O Sol é um importante auxiliador na cura das doenças. O banho de sol é reconhecido universalmente como meio terapêutico de grande utilidade. Entre os benefícios que o sol nos traz, destaca-se a elaboração da vitamina D pelo nosso corpo, que só é possível em presença dos raios solares. Os raios infravermelhos e ultravioleta têm especial aplicação na cura de várias enfermidades. A luz solar ajuda na digestão e é neutralizadora de venenos, pois os raios solares têm poder para ativar o metabolismo e todo o processo de nutrição. Assim, nossas energias vitais são revigoradas, beneficiando as reservas de defesas orgânicas. É fácil concluir que um benefício tão grande se estende a todo o sistema nervoso. Aliás, a luz é o alimento mais aprimorado do sistema nervoso, capaz de despertar suas energias e vibrações. O sol é útil especialmente nas enfermidades de atraso do crescimento, raquitismo, anemias, tuberculose dos ossos e das articulações, focos infecciosos, resfriados e catarros, bronquites crônicas, paralisia infantil, reumatismo, falta de apetite, problemas digestivos e nervosos, inflamações dos órgãos genitais e problemas de menstruação. 

publicado por luzesletrasimagem às 10:24

26 de Julho de 2011

Este foi o último livro que li. Do mesmo autor li "Morreste-me".

Ambos adorei.

Uma escrita diferente, claro que tive de ler com atenção porque o narrador alterava, fazendo com que a nossa cabeça se exercitasse um pouco. São destes livros que gosto.

Há pessoas que dizem que os livros de José Luís Peixoto são só sobre a morte. Eu, pessoalmente, não considero isso dessa maneira. Acho que pelo contrário, são sobre a vida. A vida e a Morte são um ciclo. Costumo dizer que para se nascer, alguém tem de morrer. No "Cemitério de Pianos" está bem marcado esse ciclo. A morte do avô, o nascimento das netas, a morte do pai o nascimento do filho... Tudo tem uma explicação lógica de ser, até mesmo a morte.

Também gostei imenso da descrição de Portugal, porque acho que me identifico e reconheço aquele ambiente, não o de violência domestica, mas aquela ruralidade típica de Portugal, que ainda existem am algumas casas.

 

Recomendo este livro para quem ainda não o leu.

 

De seguida, já comecei outro:

 

 

Até agora estou a gostar. Uma visão da Índia que não temos nas restantes obras. Uma Índia colorida mas cheia de misérias.

Não posso falar muito mais porque ainda não passei do primeiro capítulo.

 

"A ver vamos, como diz o cego..."

 

publicado por luzesletrasimagem às 12:40

11 de Julho de 2011

Roscas era uma cadela meiga, amiga de todos os que passavam na rua.

Em bebé, foi abandonada à porta da casa dos seus donos, sendo sempre, a partir daí acarinhada e mimada por eles. Por vezes ia passear com a dona e o filho pelo campo. Corria imenso, brincava... era feliz.

Era feia como tudo, piaçaba lhe chamava a dona, mas de uma beleza interior e alegria que conseguia sempre transparecer e fazer rir com as suas brincadeiras.

Com as peripécias das corridas já tinha sido atropelada. Mas logo foi tratada pelo veterinário, e voltou a correr pela rua, mas agora com mais cautela.

 

Era uma alegria ao fim do dia ver ela ficar deitada no portal da cozinha, com a cabeça do lado dentro da porta e o resto do corpo na rua, como se mostrasse o quanto era atenciosa: "Vês dona, eu faço o que me pedes, não entro em casa. Mas fico à espreita."

 

Pois é. Esta era a minha/nossa Roscas Ventoinha que desapareceu há já umas três semanas. Ninguém a viu, ninguém a ouviu e pessoalmente, penso que já nem está viva.

 

Fico triste, simplesmente porque há pessoas que são capazes de matar animais apenas por diversão, para passar o tempo, porque acham deveras divertido ver os animais agonizar.

 

Gostaria apenas de aqui realçar o quanto nos faz falta a nossa Roscas, o meu filhote já perguntou por ela e também diz que sente saudades.

 

Uma lágrima não reflecte, nem nunca mostrará a tristeza que vai nos nossos corações pela perda.

Espero ainda que a pessoa que provocou esta perda se sinta concretizado/a, porque do inferno, se ele existe, não escapará.

publicado por luzesletrasimagem às 16:01

07 de Julho de 2011

É com a maior alegria que coloco um post muito especial, dedicado a uma grande Amiga minha, companheira de alegrias e tristezas. Este post trata-se de um excerto de um artigo escrito por Luisa Marquardt, com o título "LEGGERE DI PIÙ IN PORTOGALLO: UN PIANO INTEGRATO

PER LA LETTURA", onde enaltece o excelente trabalho feito pelas Bibliotecas Portuguesas, em especial a de Loulé.

 

No entanto, apesar de já ser um orgulho a referência feita à Biblioteca em si, o que mais me deu alegria foi a referência a esta minha Amiga, por quem eu tenho uma grande admiração e estima.

- " Eu bem te disse que um dia o teu trabalho seria reconhecido."

 

Aqui fica um excerto do que foi escrito, bem como o link para leitura do artigo completo: http://80.241.231.196/WebDoc/DownloadRisorsa?id=1259586782757 

 

 

" Per esempio, nel momento in cui viene scritto questo articolo, la Biblioteca pubblica di Loulé (in Algarve) ha dovuto anticipare di molto le letture natalizie per assicurare la possibilità di partecipazione a tutte le famiglie interessate e già da qualche settimana si respira aria di Natale. Gli incontri, nel caso citato, si svolgono il sabato sera, dalle 21, per consentire una partecipazione più rilassata, libera dagli impegni e affanni della quotidianità. La popolarità della bibliotecaria Aña (e conseguentemente della biblioteca) che cura questo tipo di iniziative, tra cui “Estórias em família”, e i rapporti con le scuole è ampiamente riscontrabile, girando con lei per le strade e le scuole della città, dalle espressioni cordiali e dai saluti affettuosi che bambini, genitori, nonni le rivolgono.

 

Tra l’altro, proprio nella realtà di Loulé, sono programmate l’istituzione della biblioteca pubblica, a due passi da centro culturale, nel cuore della frazione di Quarteira (località turística balneare), nei locali precedentemente appartenuti ad una banca, e il trasferimento della biblioteca scolastica dell’istituto professionale alberghiero (frequentato da oltre 1500 studenti) in locali più centrali ed adeguati, visto l’intenso utilizzo che viene fatto delle strutture attuali. Sono questi (come in altre parti del paese, in cui si inaugurano o si potenziano biblioteche pubbliche e scolastiche) segni di grande vitalità e di fattivo investimento sulle future generazioni che, nella congiuntura economica in generale molto critica per tanti paesi europei, sono da cogliere come significativi."

 

Um beijinho muito grande Ana, já merecias esta honra.

 

 

 

 

publicado por luzesletrasimagem às 11:07

05 de Julho de 2011

O Burro Barnabé 

De: Ferguson Dewar

Editora: Livros Horizonte
  • Colecção: Histórias por Imagens
  • Data de Publicação: 1978

 

Estava eu hoje à espera do professor, quando dei por mim estava a espiolhar na estante da sala do ATL. Qual não foi o meu espanto quando vi este livro "o Burro Barnabé". Acho que me vieram as lágrimas aos olhos.

O que eu procurei este livro, e não sabia o nome, nem autor, nem editora, nem história. Apenas me lembrava da cor da capa e de que era sobre a história de um burro.

 

Agora, perguntam vocês o porquê desta emoção?!

Simples. Este era o livro que eu levava para casa todos os fins-de-semana par ler, quando andava na escola primária. No entanto, este livro tem uma particularidade: não tem história, isto é, texto. A criança é que inventa a história à medida que avança. Acho que é devido a este livro que a escrita me fascina. Porque deu asas à minha imaginação.

 

Agora só me falta comprá-lo, nem que tenha de mandar vir da China, mas não vou deixar de o adquirir.

Os bons momentos da nossa vida são repletos destas pequenas preciosidades. Um livro, uma folha com um desenho, um chapéu já velho... Tudo é memória.

 

 

 

publicado por luzesletrasimagem às 12:10

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