28 de Setembro de 2012

Ainda antes de ir de férias decidi que iria tomar novas atitudes em relação ao dia-a-dia em casa e no trabalho. Viver um pouco mais o que a Grande Mãe nos oferece e aproveitar recursos que me rodeia.

 

São pequenas coisas que comecei a fazer e que, de certa forma, me deixam um pouco mais relaxada. Não tomei uma atitude minimalista, mas em vez de comprar "bugigangas" para a casa, reaproveito o que já tenho e o que a Natureza nos dá. Voltei a bordar em ponto cruz para reaproveitar tecidos que tinha guardado e fazer saquinhos e almofadinhas de cheiro.

 

Uma grande amiga minha deu-me a conhecer alguns blogs de decoração de interiores que me deram ideias fabulosas e que me ensinaram a reaproveitar melhor o que já tenho em casa.

Tenho sorte que os meus pais são pessoas do campo e têm coisas lindissimas e antigas que posso usar para decorar. Por exemplo, tinha no armário da roupa do X. um lençol de cama em linho puro que era da minha avó, e que ainda não tinha dado um objetivo concreto. Há pouco tempo também, sem querer, estraguei um almofadão de um cadeirão que tenho em casa. Resultado: pedi à minha mãe para coser o lençol e dele fizémos um almofadão que só me falta encher e por no cadeirão. Simples, fácil e original.

 

Há tanta coisa bonita à nossa volta que podemos sempre reutilizar que as simples montras que vemos nas lojas tornam-se banais aos meus olhos.

Gosto muito de decorações onde primam os cinzas, a pedra solta, as vergas e empreitas, os tecidos de linho, as mantas de pêlo, os rústicos... tudo ligado de certa forma a um estilo simples e ligado à Terra, sem esquecer os vasos pequenos de ervinhas de cheiro como o manjericão, o tomilho, a hortelã na pára-peito da janela da cozinha.

 

Gosto do meu novo "Eu" simples e genuíno. Se eu não gostar de mim, quem gostará?! {#emotions_dlg.redflower}

 

publicado por luzesletrasimagem às 09:48

27 de Setembro de 2012

Aquele cheiro a terra molhada,

teu ventre que acolhe as gotas

que brotam do céu, como lágrimas

tuas e que

a ti retornam.

 

Mãe que a todos acolhe

e afaga com uma mão

quente e macia

quando os dias escurecem

nas nossas almas e

os nossos olhos se fecham

para as dádivas

oferecidas

por si.

 

Mãe de todas as cores,

de todos os credos

de todos nós, crianças

rebeldes.

 

Mãe, Sacerdotisa, Irmã

de todos os seres,

alcancarei eu algum dia

o teu lar,

junto de ti?!

e, a teu lado

ver envelhecer a eternidade.

 

 http://goddessofdivinelight.com/wp-content/uploads/2012/05/TheGoddess.png

publicado por luzesletrasimagem às 11:32

24 de Setembro de 2012

Mais umas férias que se foram, mas nestas consegui ler uns livritos bem maneirinhos e que já estavam na prateleira há muito.

 

O 1º, é um que já tinha iniciado há uns mesitos, muito bom mas que estava engatado porque o cansaço de cabeça era tanto que adormecia nas 2 primeiras linhas. É ele Ao Sul, o Sombreiro, de Pepetela.

Que dizer, quando não há muito mais a acrescentar para além de gostei imenso. O assunto, claro a colonização em África, mas nos seus primórdios. Faz lembrar A Gloriosa Família. Mas sempre com aquele humor que dá vontade de ler mais um pouco.

 

 

 http://www.dquixote.pt/fotos/produtos/500_9789722047777_a_sul_o_sombreiro.jpg

 

O 2º, li-o em 3 dias (levei mais tempo porque vida de mulher casada com filho e coisas por fazer não é fácil). Mas foi como água a correr. Lê-se muito bem. Escrita fluente e fazendo lembrar a série portuguesa Conta-me Como Foi.

Estou a falar do Livro de José Luís Peixoto. Muito especial e tocante. Em certas ocasiões cru. Mas muito bom.

 

 

http://multimedia.fnac.pt/multimedia/PT/images_produits/PT/ZoomPE/5/9/9/9789725648995.jpg?201009022021

 

O 3º ainda o estou a acabar, mas são outros ares. É pequeno mas grandioso no seu conteúdo. Não é uma obra prima, mas uma escrita que faz bem ler.

Memória de Elefante, de António Lobo Antunes. Confesso que ainda não li muita coisa do senhor, mas o que li gostei. Não é bem a "minha praia", porque quando começo um livro, gosto de o ler até ao fim, mesmo que leve tempo. E os livros do ALA se pararmos por algum tempo, falo por mim, tenho de voltar ao principio porque entretanto já me esqueci (espero que ele não conheça o meu blog)...

 

 

https://1.bp.blogspot.com/-Zg3DrRSYuK4/TncVhHpyPPI/AAAAAAAACJA/kZUxhNCnPmc/s1600/01ME.jpg

(Não é esta a editora)

 

Espero acabá-lo nestes dias... {#emotions_dlg.sol}

publicado por luzesletrasimagem às 15:18

07 de Setembro de 2012

 

 

Como não sou egoísta, não vou deixar imagem de férias e sim uma músiquinha para quem aqui passa poder relaxar um pouco. Porque a vida não é só stress.

Gosto imenso do meu trabalho, mas quando começo a fazer muita asneira de seguida e a confundir as pessoas, os nomes, os clubes onde trabalham... é sinal de que o cérebro já tá "download".

Estas férias não vou descansar muito porque tenho imensas coisas para arrumar e visitas para fazer. Mas dvevo dedicar um pouco mais à minha família e a pequenos pormenores da casa. Depois vou contando :)

De qualquer forma, só o facto de não ter horários a cumprir já é muito bom. Vou tentar não ter coisas agendadas com horas para estar no sítio (tirando consultas), porque isso deixa-me ansiosa... é como se tivesse de ir para o trabalho... Assim, funciona sempre o "Estarei aí por volta das..." e não "Estarei aí às..."

Quem estiver ou vai estar de férias, boas férias, quem não estiver, bom trabalho e sorriam... é o melhor anti-stress {#emotions_dlg.sol}

publicado por luzesletrasimagem às 08:58

04 de Setembro de 2012


 

Antes de entrar na Universidade andei quase 2 anos na Capoeira na minha terra. Era novidade e um desporto muito completo, para além das pessoas também serem muito porreiras.

Comecei em Q., fui batizada em A., mas depois não consegui conciliar com a Uni e acabei por desistir, tendo apenas ficado na corda cinza.

 

Lembro-me de coisas tão boas, momentos e pessoas que não vou esquecer. Ainda mantenho contacto com algumas, inclusive com os meus (contra-) mestres. Ambos estão agora no Brasil.

Ainda consegui fazer muita coisa, tinha muita elasticidade, já fazia bem o "macaco" e outros movimentos. Só na "palmeira" é que ficava entalada porque não tinha muita força de braços. Mas cheguei a conseguir fazer 1000 abdominais e mais não sei quantas flexões, para além da espargata. Hoje, só de andar duma ponta da casa até à outra fico cansada :)

 

Conheci lendas do Grupo M., Mestres que respeito muito e que para todos nós eram (são) lendas vivas da capoeira.

Fizemos muitas rodas de capoeira, dançar, lutar... tudo na desportiva. E, o convívio era, de entre tudo o resto, o que de melhor se tinha, porque todos éramos companheiros de luta.

 

Axé

 
publicado por luzesletrasimagem às 09:57

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