13 de Dezembro de 2012

Ando mesmo viciada em fazer doces caseiros. Este fim-de-semana irei tentar arranjar tempo para fazer de abóbora com amêndoa. Parece fácil e tenho os ingredientes todos em casa (menos a amêndoa, mas como vou à praça, aproveito para comprar).

Mas, despistada como sou, ver se não me esqueço de comprar frasquinhos para colocar o doce. Sim, porque primeiro faço o doce, depois é que me lembro que não tenho frascos suficientes. Depois, toca de correr atrás dos ditos cujos à da minha mãe.

Disseram-me que nas lojas dos chineses há frasquinhos engraçados e pequenos, em vidro. Tenho de ir espiolhar.

 

Este fim-de-semana vou ter também a visita da minha Lapinha. Vamos visitar a nossa "avó torta". Se conseguisse, ainda lhe levava um frasquinho de doce. Ela é um 'tantinho' gulosa :P

 

Ver se me animo com o frenesim da doçaria. Tenho também andado à cata de ideias para etiquetas. Siiiiim, queria arranjar uma etiqueta que personalizasse os meus frascos. Não penso em fazer disto vida, mas gostava de poder personalizar os meus trabalhos (doçaria, bordados...).

Se alguém passar por aqui e tiver ideias, deixem a vossa opinião :)

 

Depois deixo a receita do doce com as respectivas fotos.

 

foto minha

 

 

publicado por luzesletrasimagem às 11:42

12 de Dezembro de 2012

Agora começa a jornada da alma. Que seja de luz.

 

 

Morreu Ravi Shankar, mestre da sitar

Músico e compositor indiano, de 92 anos, sofria de problemas respiratórios e cardíacos. Há uma semana foi operado nos EUA, onde vivia.

Shankar influenciou músicos como os Beatles Lawrence K. Ho/Los Angeles Times/MCT

 

O músico Ravi Shankar, que ajudou a divulgar a sitar no Ocidente e influenciou músicos como os Beatles e Philip Glass morreu nesta quarta-feira, no Sul da Califórnia. George Harrison chamava-lhe "o padrinho da World Music", por ter aproximado a música Oriental da Ocidental. Vencedor de três prémios Grammy nos EUA, onde vivia, o artista e pai da cantora Norah Jones padecia há vários anos de alguns problemas de saúde. O primeiro-ministro indiano diz que o país perdeu um "tesouro nacional".

A morte de Shankar foi confirmada pela família e pela fundação baptizada com o nome do músico. Os familiares relataram que o mestre da sitar se submeteu a uma cirurgia para substituir uma válvula cardíaca na quinta-feira da semana passada, mas nem assim o estado de saúde melhorou.

"Infelizmente, apesar dos esforços dos cirurgiões e dos médicos que cuidaram dele, o corpo [de Ravi Shankar] não suportou o esforço da operação. Estivemos ao lado dele quando morreu", descreveram a mulher Sukanya Rajan e a outra filha, Anoushka Shankar Wright, em declarações citadas pela Reuters.

Na Índia, o primeiro-ministro comentou via Twitter a morte desta figura lendária da música. Lamentou "o desaparecimento de um tesouro nacional" e de um embaixador global da cultura indiana e garantiu que toda a nação está unida numa homenagem ao "talento insuperável, à arte e humildade" do músico.

A última vez que subiu ao palco foi a 4 de Novembro, em Long Beach, Califórnia. Na véspera de se submeter à cirurgia foi nomeado para mais um prémio Grammy, atribuídos pela indústria da música nos EUA, pelo álbum mais recente, The Living Room Sessions, Part 1.

Homem de múltiplos talentos, Shankar popularizou as sonoridades indianas em trabalhos que envolveram muitos outros músicos de reconhecimento global., entre os quais o violinista Yehudi Menuhin. Foi ele quem inspirou George Harrison, dos Beatles, a aprender a tocar sitar, levando a banda inglesa a gravar Norwegian Wood (1965) e Within You, Without You (1967).

Subiu ao palco de Woodstock e Monterey, dois míticos festivais, no fim da década de 1960, e escreveu a banda sonora do filme Gandhi, nomeado para os Óscares em 1982. Produziu também teatro, assinou diversos livros e chegou a exercer funções na câmara alta do parlamento indiano, entre 1986 e 1992.

Tudo começou, porém, na dança. Natural de Varanasi, a cidade santa da Índia, Robindra Shankar, como foi baptizado, viveu na pobreza até aos cinco anos, altura em que se mudou para Paris com o irmão mais velho, que levou a família para França. Durante oito anos dançou na companhia fundada pelo irmão, e que se dedicava ao folclore e danças populares indianas.

Na década de 1930 mudou de rumo dentro das artes. Em 1936 começou a estudar sitar sob a direcção de Ustad Allauddin Khan, e pouco depois começou a fazer digressões pela Europa e Estados Unidos. Em 1966 conheceu George Harrison, de quem foi professor, um encontro que mudou a sua carreira e, pela visibilidade que alcançou, também a relação entre música Oriental e Ocidental. O crescente interesse do Ocidente pelas "músicas não Ocidentais" acabaria por originar a polémica designação "world music".

Em 1967 realizou o seu primeiro dueto com o violinista Yehudi Menuhin, com o qual viria a colaborar posteriormente por diversas vezes. Em 1969 acabou por viajar para os Estados Unidos, com a intenção de aprofundar o conhecimento da música Ocidental e, ao mesmo tempo, de popularizar a música hindu. Dois anos mais tarde, a pedido da London Symphony, compôs para um espectáculo que estreou no Royal Festival Hall. Em 1976 começou a colaborar com o guitarrista John McLaughlin, com quem fundou o grupo Shakti, e gravou o álbum Touch Me There, sob direcção de Frank Zappa.

Também se destacou como compositor, sendo autor de concertos para sitar e orquestra, além de música para dança e bandas-sonoras de filmes. Protagonizou um filme centrado na sua vida, Raga, e em 1978 publicou o livro autobiográfico My Life, My Music.

Ao longo da vida foi agraciado pelo estado britânico, pela França e pela Índia.

Notícia in: http://www.publico.pt/cultura/noticia/morreu-ravi-shankar-mestre-da-citara-1577076

publicado por luzesletrasimagem às 10:43

11 de Dezembro de 2012

Perder um minuto para repensar a nossa vida e chegar à conclusão de que está tudo... como deveria estar :)

 

foto minha

publicado por luzesletrasimagem às 14:14

10 de Dezembro de 2012

Este ano haverá mais cortes nas prendas. Não posso deixar de dar as prendinhas de Natal às crianças da família. Crianças que adoro de coração e que só não são minhas porque não as tive. De resto, o meu amor por elas é imenso e sem preço.

Claro que para os adultos há os cortes, mas há sempre um miminho, ainda que mais pequeno.

 

Lembro-me de quando era pequenita a minha mãe costumava dar coisas da horta às pessoas que iam lá ao "monte". Não havia lojas, não havia "shopping", nem "retail parks". Apenas o que a nossa Mãe Natureza nos dá. E as pessoas saíam lá de casa felizes com um saquinho de batatas, um repolho... umas batatinhas doces, ovos...

Hoje em dia, as pessoas estão muito materialistas. E o comércio sabe disso, logo o aguçar o apetite pelas compras desenfreadas é uma constante que vemos nos centros comerciais, nas lojas, nas ruas. Custa-me muito ver as pessoas que estão meses sem falar com um irmão e no Natal correm à loja para comprar o último modelo do XPTO para oferecer, quando muitas das vezes o essencial não fez: telefonar durante os meses em que o deveria ter feito.

 

Não posso criticar porque cada um tem a sua vida, o seu "karma", para quem acredita.

 

Por isso, este ano as crianças levam todas um livro. Ler é o caminho para aprender. E, a enfeitar o embrulho, uma sombrinha de chocolate Regina :)

Os adultos, apenas dou a alguns que estão sozinhos e que um miminho é um conforto.

Os valores do Natal já se perderam há muito. O Amor, a Fraternidade, a Amizade, a Paz são tudo presentes que devíamos dar o ano inteiro, e mais ainda no Natal, junto a uma garrafinha de vinho e a uns chocolates bem docinhos :)

 

 

publicado por luzesletrasimagem às 15:00

No sábado devo ter passado umas 5 ou 6 horas na cozinha, isto só na parte da tarde.

Como o Natal está a chegar, este ano pretendia colocar algo de diferente na mesa. E lembrei-me de fazer doces e compotas.

Então, sábado fiz compota de pêra e maçã e geleia de pitanga que tem feito algum sucesso por ser novidade.

Ficam aqui 2 fotos que ilustram o que andei a "cozinhar".

 

foto 1

 

foto 2

1 - Os 2 primeiros à esquerda são de compota de maçã

2 - Os 5 no meio são geleia de pitanga

3 - Os 3 da direita são compota de pêra

 

Dois de pitanga já estavam encomendados :) gosto tanto de alegrar as pessoas com pequenos afectos. Pequenos mas sinceros :)

publicado por luzesletrasimagem às 09:17

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